Mô deixa eu te morder devagarinho?
26 May
11:23pm
VIA 31-12-00
POSTADO POR brendamely
3 days ago
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“
VIA fortalecendo
POSTADO POR abstinenc-e
3 days ago
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— Vai querer comer alguma coisa?
— Você.
— Isso não tá no cardápio.
— Tem razão. Não tem nada aqui que me agrade. Vamos dar uma passadinha naquele carrinho de cachorro quente da esquina, e, depois vamos pra minha casa.
— Não vou pra sua casa.
— Mesmo se eu disser que comprei todos os dvds do John Mayer pra gente assistir?
— Você comprou?
— Não.
— Então porque disse que comprou?
— Pra ver seus olhinhos contentes.
— Sério?
— Não, pra te levar pra casa mesmo.
— Filho da puta!
— Você xinga como uma mulherzinha.
— Você anda feito uma.
— Não enrola, vamos logo.
— Já disse que não vou com você.
— E como pretende chegar em casa?
— Da mesma forma que vim pra cá.
— Impossível. A chave do carro ficou comigo, 1x0 pra mim.
— Que droga… Foi jogo sujo dessa vez.
— O mundo é dos espertos, mas pra você que é gostosinha existem excessões. Por gentileza, entra aí logo.
— O que você tá fazendo?
— Colocando a mão por cima da sua.
— Isso é assédio.
— Será que você poderia ser menos fresca? Só essa vez, que problema há nisso?
— Tenho medo do que vem depois.
— Não vem nada depois, já tô perto de casa.
— E o cachorro quente?
— Deixa pra outro dia.
— Tem alguém aí dentro?
— Claro, fica tranquila.
— Cadê todo mundo?
— Todo mundo quem?
— As pessoas que moram com você, babaca.
— A mimi deve tá lá dentro.
— Mimi? Quem é ela? A empregada?
— Não, a cadela de estimação.
— O quê? Você disse que tinha g-e-n-t-e aqui.
— Não fala assim, ela vai se sentir ofendida. A mimi é quase da família.
— Você só pode estar brincando comigo.
— Ainda não. Quer conhecer meu quarto?
— Tem telefone lá?
— Tem! Mas que raio de pergunta é essa?
— Quero me certificar de que vou ter por onde pedir socorro se por acaso você tentar alguma coisa contra minha integridade física.
— Interessante. Não entendi uma palavra do que você disse! Tanto faz, vem comigo.
— É bem menos bagunçado do que eu pensava.
— Permita que eu faça as apresentações: — Gabi, cama. Cama, Gabi.
— Melhor eu ir embora.
— Espera, senta aí.
— Enlouqueceu? Não vou ficar aqui com você.
— Quero te mostrar uma coisa.
— Mostrar? Não, não. Só tá ficando pior.
— Não é isso, vem cá.
— Que cara é essa?
— Deita aqui?
— Calma.
— Tá sentindo?
— Tô.
— E aí?
— Quer que eu chame um médico? Os bombeiros? Sei lá.
— Acho que não.
— Parece um ataque cardíaco.
— Eu sei. Ele fica assim quando você tá por perto.
— Tá falando do seu coração, né? Espero que sim.
— Pode ser que sim.
— Para de mexer no meu cabelo.
— Por que?
— Dá vontade de dormir.
— Então dorme.
— Com você? Não, obrigado.
— Não vou fazer nada, prometo.
— Preciso ir embora.
— Me beija, só um pouco.
— Se eu te beijar agora, você me deixa ir embora?
— Só se você quiser ir.
— E se eu decidir ficar aqui?
— Tem espaço sobrando na cama.
— Você.
— Isso não tá no cardápio.
— Tem razão. Não tem nada aqui que me agrade. Vamos dar uma passadinha naquele carrinho de cachorro quente da esquina, e, depois vamos pra minha casa.
— Não vou pra sua casa.
— Mesmo se eu disser que comprei todos os dvds do John Mayer pra gente assistir?
— Você comprou?
— Não.
— Então porque disse que comprou?
— Pra ver seus olhinhos contentes.
— Sério?
— Não, pra te levar pra casa mesmo.
— Filho da puta!
— Você xinga como uma mulherzinha.
— Você anda feito uma.
— Não enrola, vamos logo.
— Já disse que não vou com você.
— E como pretende chegar em casa?
— Da mesma forma que vim pra cá.
— Impossível. A chave do carro ficou comigo, 1x0 pra mim.
— Que droga… Foi jogo sujo dessa vez.
— O mundo é dos espertos, mas pra você que é gostosinha existem excessões. Por gentileza, entra aí logo.
— O que você tá fazendo?
— Colocando a mão por cima da sua.
— Isso é assédio.
— Será que você poderia ser menos fresca? Só essa vez, que problema há nisso?
— Tenho medo do que vem depois.
— Não vem nada depois, já tô perto de casa.
— E o cachorro quente?
— Deixa pra outro dia.
— Tem alguém aí dentro?
— Claro, fica tranquila.
— Cadê todo mundo?
— Todo mundo quem?
— As pessoas que moram com você, babaca.
— A mimi deve tá lá dentro.
— Mimi? Quem é ela? A empregada?
— Não, a cadela de estimação.
— O quê? Você disse que tinha g-e-n-t-e aqui.
— Não fala assim, ela vai se sentir ofendida. A mimi é quase da família.
— Você só pode estar brincando comigo.
— Ainda não. Quer conhecer meu quarto?
— Tem telefone lá?
— Tem! Mas que raio de pergunta é essa?
— Quero me certificar de que vou ter por onde pedir socorro se por acaso você tentar alguma coisa contra minha integridade física.
— Interessante. Não entendi uma palavra do que você disse! Tanto faz, vem comigo.
— É bem menos bagunçado do que eu pensava.
— Permita que eu faça as apresentações: — Gabi, cama. Cama, Gabi.
— Melhor eu ir embora.
— Espera, senta aí.
— Enlouqueceu? Não vou ficar aqui com você.
— Quero te mostrar uma coisa.
— Mostrar? Não, não. Só tá ficando pior.
— Não é isso, vem cá.
— Que cara é essa?
— Deita aqui?
— Calma.
— Tá sentindo?
— Tô.
— E aí?
— Quer que eu chame um médico? Os bombeiros? Sei lá.
— Acho que não.
— Parece um ataque cardíaco.
— Eu sei. Ele fica assim quando você tá por perto.
— Tá falando do seu coração, né? Espero que sim.
— Pode ser que sim.
— Para de mexer no meu cabelo.
— Por que?
— Dá vontade de dormir.
— Então dorme.
— Com você? Não, obrigado.
— Não vou fazer nada, prometo.
— Preciso ir embora.
— Me beija, só um pouco.
— Se eu te beijar agora, você me deixa ir embora?
— Só se você quiser ir.
— E se eu decidir ficar aqui?
— Tem espaço sobrando na cama.
~ Rafael e Gabi. (via 03-93)
26 May
10:38pm
VIA fortalecendo
POSTADO POR abstinenc-e
3 days ago
4,191 notes/REBLOG





